Arvores mais adequadas para Condomínio

Hoje em dia são anunciados grandes empreendimentos imobiliários.A natureza tem sido um grande diferencial desses condomínios, visto que seus futuros proprietários querem o máximo de qualidade de vida para si e suas famílias. Por isso, esses lugares se tornaram verdadeiros bolsões verdes que propiciam ar puro, frescor e muita tranquilidade.

Mas que tipo de árvore é a mais adequada para condomínios?

Segundo paisagistas profissionais, não da para definir uma árvore padrão, pois cada condomínio tem uma geografia e um  projeto paisagístico específico.

Mas o que se aconselha em linhas gerais, é que sejam usado árvores de pequeno ou médio porte.

Árvores frutíferas e sem espinhos,são uma boa opção, pois além de tornarem a paisagem mais bonita, atrairá pássaros e evitará que os usuários e as crianças possam se machucar.

As árvores mais usadas nos condomínios no momento, são a Jabuticabeira e a Pitangueira. Elas propiciam sombra, frutas doces e atraem muitos pássaros, promovendo um ambiente bonito, de paz e descontração para se divertir com a família,  para meditar e esquecer da agitação da vida moderna.

A Bromélia ou o Hibisco, são outra excelente opção, pois tem baixo custo com a poda, já é adaptada ao clima brasileiro e tem um grande valor estético e ornamental.

É importante salientar, que se aconselha a ter diferente espécies no Jardim, para que assim seja evitado que uma única praga destrua todo o jardim de uma vez só.

Viver num condomínio sem uma bela paisagem, é o mesmo que viver preso dentro de um apartamento.

A natureza faz parte de nós e nós fazemos parte dela. Não existe separação, pois está tudo conectado.

Como a vida em condomínio é muito limitada e monótona e, para piorar a vida moderna é estressante, é fundamental que se tenha uma área verde com árvores frondosas, frutíferas, bonitas e repleta de pássaros, beija flor e esquilos, para nos deixar o mais próximo possível da nossa condição mais natural e vital. A natureza.

A natureza nos faz lembrar que ainda somos humanos, que nem só de consumo e trabalho vive o homem. Se sua presença no nosso cotidiano, nos traz  essa consciência, isso significa dizer que o verde faz parte de nossas vidas e deve marcar presença nela do momento que nascemos até o momento que daremos o último suspiro. A natureza não é um mero enfeite bonito que está ali simplesmente para deixar o ambiente bonito. Ela é você e você é ela. Não tem para onde correr. se ela acabar, acaba você! Ame, respeite e preserve a natureza!

Como trazer a natureza para dentro seu condomínio

Como trazer a natureza para dentro seu condomínio
Como trazer a natureza para dentro seu condomínio

Cada vez mais pessoas optam por morar em condomínios, sejam os verticais ou os horizontais. No caso dos verticais, pela questão do preço. Geralmente este tipo de imóvel costuma ser mais barato do que uma casa térrea convencional. Já no caso dos horizontais, as pessoas optam devido à questão da segurança e da qualidade de vida, haja vista que geralmente este tipo de condomínio tem uma presença muito forte da natureza.

Mas para quem vive nos condomínios verticais, nem sempre é possível ter esse privilégio de um contato com a natureza de forma mais intensa. Para resolver esse problema, o primeiro passo e contratar um bom paisagista para tornar a presença do verde muito maior e mais belo em seu condomínio.

É importante a presença de árvores que tragam vida e alegria para a paisagem, como é o caso dos Ypes em cores variadas que podem ser usados para formar alamedas que vão cortar toda área verde do condomínio.

Pode-se espalhar também árvores que atraiam aves, como é o caso das árvores frutíferas como amora, ameixa, jabuticaba, cereja entre outras. Afinal de contas, natureza sem a presença e o cantar dos pássaros, não tem graça.

Rosas e flores de cores variadas formando pequenos jardins em torno das praças que terão a área verde do condomínio, de preferência próximas a um lago, caso haja espaço, darão aos jardins do seu condomínio um verdadeiro toque dos jardins de Mone na França.

Se possível, a entrada principal do condomínio pode já ser um convite a integração com a natureza, podendo ser ladrilhada por palmeiras espalmadas que com seu tamanho mediano e suas palmeiras exuberantes, certamente darão toque de alegria e celebração da vida ao seu lar.

Além disso, nas dependências internas do condomínio poderá também ter a presença da natureza por meio de cache pôs espalhados pelos corredores e recepção com Violetas, Marias sem vergonhas, Bonsai, entre outros tipos de plantas e flores que possam ser adaptadas a esse tipo de ambiente.

Não podemos esquecer, caso haja espaço em seu condomínio, de criar nos seus jardins uma ciclovia para quem gosta de praticar ciclismo e, dentro desta ciclovia, uma pequena via para quem gosta de praticar corrida. Afinal de contas natureza e esporte é a combinação perfeita.

A natureza está em nós, e nós estamos na natureza. Não há separação. Se perdermos o contato com ela, perderemos o contato com a nossa origem e a nossa humanidade. Isso certamente nos levará a um vazio existencial que só nos trará dor e tristeza. Traga sempre a natureza junto de você, pois natureza é vida!

 

O que fazer em caso de furto em seu apartamento

O que fazer em caso de furto em seu apartamento
O que fazer em caso de furto em seu apartamento

Todo mundo que resolve morar em apartamento, entre outros motivos tem como  o principal, a questão da segurança.

Mas como a violência é cada vez mais crescente nos grandes centros, nem quem mora no quinquagésimo andar de um prédio, está a salvo deste tipo de situação. Muitas vezes a insegurança reside dentro do próprio condomínio.

Mas se um condômino que resolve viajar de férias com sua família tem seu apartamento furtado. O que ele deve fazer?

A primeira coisa a fazer, sem sombra de dúvidas é o registro do boletim de ocorrência na delegacia mais próxima, de preferência com o síndico junto.

A segunda coisa, é exigir as imagens do circuito interno para saber se foi registrado imagens de quem praticou o furto e pedir a polícia que investigue tal suspeito e se ele teve a entrada facilitada no condomínio.

Em seguida, é preciso saber se neste condomínio a seguro contra roubos e furtos, para a partir dai, acionar a seguradora para receber o dinheiro do seguro e recomprar os objetos furtados.

Cobrar do síndico uma solução nas reuniões de assembleia para melhorar a segurança no condomínio, bem como, criar um sistema de identificação de condôminos e visitantes que torne mais difícil o acesso as dependências do condomínio.

Reforçar a segurança do seu apartamento nunca é demais. Se puder, faça um seguro contra roubo e furtos, caso em sua região ocorra muito esse tipo de crime.

Outra dica interessante é evitar comentar com todos que moram no condomínio que você vai viajar. Não devemos julgar as pessoas, mas como nem sempre sabemos com quem estamos lidando, é melhor que um número muito pequeno de pessoas fique sabendo.

Se puder também, deixe uma pessoa da sua inteira confiança cuidando e dormindo no apartamento enquanto você estiver fora. O sinal de que há gente na casa intimida um pouco a ação dos bandidos.

Essas dicas facilitarão e muito a sua vida e vão lhe poupar de um grande transtorno quando você voltar daquela viagem dos sonhos que talvez tenha passando anos planejando. Tomadas tais medidas, você poderá curtir em paz suas férias em qualquer lugar que esteja.

No mais, é contar infelizmente com a sorte de não passar por um evento traumático desse, depois de voltar de uma viagem de férias. Digo contar com a sorte, pois não da para contar com a segurança publica que é pouco eficiente e atuante por inúmeros fatores, os quais não convêm nem comentar.

 

Os condomínios temáticos. Uma tendência que só cresce

Hoje em dia vivemos um grande bum do mercado imobiliário no Brasil. Aproveitando esse momento e a demanda por empreendimentos imobiliários, as incorporadores e construtoras investem cada vez mais em condomínios temáticos .

Um exemplo já conhecido, são os condomínios para o publico Gay, publico alvo com bom poder aquisitivo e que busca conforto em um ambiente aonde sofram o mínimo possível de preconceito e índice zero de homofobia. Esse tipo de condomínio tem uma procura cada vez maior, visto que há muitos gays que buscam constituir uma família e estão dispostos literalmente a pagar caro por isso.

Há também os condomínios para idosos. Este filão do mercado imobiliário é muito promissor também, visto que muitos casais idosos e de ótima situação financeira buscam sossego, privacidade e um lugar agradável e bem localizado para viver com tranquilidade o tempo de vida que tiverem pela frente.

Outro publico que cada vez mais cresce na busca por condomínios temáticos, são os jovens. Eles querem imóveis com espaço pequenos e ao mesmo tempo funcionais, ambiente alto astral, gente bonita para se ter como vizinho. Ao contrário dos idosos, os jovens querem agitação, badalação, paquera, namoro sem compromisso e liberdade para ter a vida que quiserem.

Há também tem os empreendimentos para os solteiros convictos, sejam eles homens ou mulheres. Aqueles que buscam a independência total dos pais, mas que não quer saber de se amarrar com ninguém, mas sim ter seu espaço para de vez enquanto trazer uma paquera, a namorada ou namorado para dormir. Esse tipo de publico quer liberdade acima de tudo para se dedicar a carreira profissional e curtir a vida, dormir e acordar a hora que quiserem.

 

Essa é uma tendência que provavelmente veio para ficar, visto que tais condomínios temáticos são reflexos de uma mudança de comportamento da sociedade. Há quem vá dizer que o mundo está perdido, que isso é um absurdo. Entretanto, essas pessoas precisam entender que a humanidade sempre passou por mudanças comportamentais e que essa também não será a última que acontecerá.

Não há religião e nem falso moralismo que mude isso. A humanidade sempre passou por mudanças e sempre passará, pois é essa a dinâmica da vida, gostem ou não. Nada volta para trás, a vida é um eterno caminhar para frente. Isso vale para tudo. Do nascimento a morte de uma formiga, de uma estrela, a vastidão do universo sem fim que vive sempre em constante expansão.

Quem tiver olhos de ver, entenderá. Caso contrário, seus dias serão uma eterna alienação.

 

A comodidade que a vida em condomínio pode propiciar

É cada vez mais comum ver famílias e pessoas solteiras optarem pela vida em condomínio, seja pela segurança, pela privacidade ou pela própria infraestrutura que alguns empreendimentos oferecem.

Hoje em dia já tem condomínios com tudo que se possa imaginar. Com ciclovia, piscina semiolímpica, sala de musculação, biblioteca, sauna e grandes áreas verdes. Como se tudo isso não bastasse, há condomínios que além de todas essas vantagens, tem em seu interior um comércio local, com pizzaria, locadora, padaria, farmácia, doceria, mercadinho, lojas de roupa, cafeteria, ótica entre outros serviços, tudo com o único objetivo de propiciar as seus moradores mais comodidade, segurança e qualidade de vida.

Hoje em dia, como os grandes centros são extremamente violentos, para os pais, por exemplo, saber que seu filho adolescente está no comércio local do condomínio com seus amigos ou paquera, soa como um grande alívio num mundo tão complicado para se viver.

Acredito que o maior exemplo deste tipo de condomínio é o Edifício Copam, prédio Paulista emblemático, idealizado pelo saudoso arquiteto Oscar Niemeyer e que possui um forte comércio local

Isso sem dúvida é um fenômeno social, fruto da violência gratuita das grandes cidades. Funcionam como uma espécie de gueto para quem pode e quer ficar menos exposto a situações de perigo.

Como tudo a vida, isso tem um lado negativo, pois condomínios com tal nível de conforto segregam as pessoas por núcleos, o que por sua vez faz com que o conceito de coletividade fique cada vez mais limitado.

Quando perdemos o habito de lidar com outro, perdemos o nosso censo de humanidade. Se perdemos isso, também perdemos a compaixão e qualquer gesto de afeto por alguém que não conhecemos e que esteja sofrendo. Isso pode ser muito perigoso, visto que uma vez que perdemos nossa noção de humanidade, a tendência é que cada vez mais nos importemos menos com o nosso semelhante.

Entretanto, se quem opta pela vida condominial tiver essa percepção, é perfeitamente possível viver assim sem deixar de amar, respeitar e apoiar o próximo quando preciso for. O equilíbrio é sempre possível. Tudo isso só depende exclusivamente de nós e da nossa força de vontade em querer continuar a nos comportar como humanos que é o que de fato somos, embora muitos de nós tenha se esquecido disso há muito tempo. Mas enfim, nunca é tarde para correr atrás do tempo perdido e mostrar aquilo que o ser humano tem de mais bonito. A união.

Os novos condomínios Home Office e sua comodidade

Os novos condomínios Home Office e sua comodidade
Os novos condomínios Home Office e sua comodidade

A vida nos grandes centros não é nada fácil. Pega-se trânsito na hora de trabalhar, de levar e buscar as crianças no colégio, na hora de passear entre outros momentos. Estima-se, por exemplo, que quem vive em São Paulo, passa em média de 3 a 4 horas no trânsito. Esse tempo somado as oito, nove ou até doze horas de trabalho, faz com que o cidadão fique fora de casa de onze a quinze horas por dia. Ou seja, restaram apenas de oito a treze horas para curtir a família, jantar, assistir um pouco de televisão e ir dormir. Se estivermos falando de alguém que estude então, só terá algumas horas para dormir.

Pensando na falta de qualidade de vida das famílias e em lhes proporcionar mais comodidade e tempo para curtir os momentos juntos, as grandes incorporadoras começaram a investir pesado nos condomínios Home Office. Um tipo de empreendimento imobiliário que une casa e trabalho para aqueles que buscam e podem pagar caro para fugir do trânsito caótico das grandes cidades.

O Horizonte Jk da incorporadora emoções de propriedade do Cantor Roberto Carlos, é um grande exemplo deste tipo de tendência no mercado imobiliário. São duas torres. Numa só residência, com sala fitness, piscina e portaria própria. Na outra torre só escritório dos moradores da outra torre, com recepção, portaria, decoração moderna e nas cores preferidas do Roberto. Adivinha qual é? Pois é, o belo e diversificado azul predomina os ambientes que também valoriza a natureza e a iluminação natural.

Esse tipo de empreendimento já é comum em países como Singapura, Nova York entre outros.

É realmente uma ótima opção para quem quer fugir de uma vida estressante e pode pagar por esse tipo de condomínio no qual o metro quadrado em São Paulo pode custar até vinte mil reais. Um dos mais caros do mundo.

Para quem não pode bancar tal conforto e luxo, uma opção é os novos empreendimento que estão surgindo nos grandes centros. Todavia, esses novos empreendimentos não privarão seus moradores de amargar horas a fio no trânsito. Talvez fiquem um pouco menos por morarem mais perto do trabalho.

Já para os comuns dos mortais, o jeito é se acostumar a condomínios mais simples e distantes do trabalho que tem no máximo salão de festas, mas piscina, sala de musculação e biblioteca, nem pensar. A única vantagem destes empreendimentos é o fato de não pagar aluguel, caso seja próprio e o preço que é muito menor.

Violência nos condominios

Violência nos condominiosViolência nos condominios
Violência nos condominios

O assassinato do síndico Jezi lopes de Souza, pelo publicitário Eduardo Tadeu Pinto Martins deixou  a opinião publica Brasileira abalada. Não só pelos requintes de crueldade com o qual o Zelador foi vitimado, mas pela banalidade que motivou este homem a praticar tal crueldade, com alguém que se segundo os moradores, era prestativo e atencioso com todos os condôminos.

Tal acontecimento, reascende a discussão em torno de uma questão que suscita várias divergências aos interessados no assunto. A vida em condomínio.

A partir do momento que optamos por viver em um espaço comum, precisamos entender que dividir nosso cotidiano com diferentes pessoas, requer um jogo de cintura monumental, visto que se trata de personalidades, crenças, valores e temperamentos completamente diferentes.

Observa-se que em condomínio, briga-se por coisas que vão das mais banais as mais sérias. Desde um simples barulho de liquidificador, passando por problemas de vagas de garagem, chegando ao simples murmurio provocado por um casal em uma boa noite de sexo. Como se trata de tanta gente diferente ocupando o mesmo espaço, é preciso ser mais tolerante, diplomático para que num momento em que algo incomodar, uma solução seja encontrada por meio do dialogo, pois violência só gera violência.

Se todo mundo que mora em condomínio for brigar por qualquer bobagem, a maioria delas originada de questões corriqueiras da vida em espaço comum, todos o condomínios do mundo vão virar uma verdadeira praça de guerra, aonde cada um vai querer impor a sua lei. Se assim for, o conceito de Condomínio, que significa domínio comum, perderá todo o sentido para quem opta por este tipo de moradia.

Quando alguém resolve morar em condomínio, faz essa escolha por acreditar que se trata de uma vida mais segura do ponto de vista de segurança, seja para se proteger de furtos ou de roubos, bem como, porque presa e muito, pela privacidade que este tipo de moradia pode proporcionar. Contraditoriamente, a vida em muitos condomínios tem se tornado um verdadeiro inferno para muitas pessoas e, em alguns casos, tem custado a vida de outras, como já podemos ver algumas vezes sendo noticiado na mídia. Se a vida em domínio comum realmente caminhar para este lado, não faz mais sentido o sonho de comprar um apartamento para poder viver em paz com a família  vivenciar ali os melhores momentos de suas vidas.

Para que a vida em condomínio seja pacifica, prazerosa e satisfatória é preciso contar com a boa vontade de todos os seus moradores em fazer deste espaço coletivo, sempre o melhor para todos.

Respeite a regras de convivência no condomínio

Respeite a regras de convivência no condomínio
Respeite a regras de convivência no condomínio

Muita gente opta por morar em condomínio sem ao menos saber, seja por meio de um parente ou amigo que já conheça essa realidade o que é dividir um espaço comum. Claro que o sonho da casa própria fala mais alto, afinal de contas, esse é o sonho da esmagadora maioria dos brasileiros.

Entretanto, viver em condomínio além de ser algo oneroso, ou seja, que gera custos financeiros, também demanda de muito jogo de cintura, tolerância e bom censo.

Há exemplo de pessoas que moram em fim de corredor e que resolve por conta própria fechar uma pequena parte deste fim de corredor e ali fazer um pequeno jardim e criar um pequeno cachorrinho. Daqueles bem barulhentos sabe?

Ocorre que este indivíduo finge que não sabe ou por pura desinformação, que todas as áreas fora da casa dele como corredores, escadas, hall, área de laser, salão de festas entre outras dependências, são de uso comum de todos os condôminos.

E aqueles que resolvem fazer uma reforma no apartamento ou na residência térrea, caso seja trate de um residencial, sem avisar ao síndico, ocasionando transtornos, acumulo de entulho em local indevido (Pois é. Há quem não peça caçamba para isso), executando a obra fora do horário estabelecido, perturbando com aquele barulho insuportável de obras, os demais condôminos.

Há aqueles querem fazer da casa um verdadeiro zoológico, pois querem criar dentro do apartamento Gato, Cachorro, Chinchila, Papagaio, Arara, ramister e pasmem, há até quem crie porco! Imagine essa bicharada fazendo barulho quando o dia começar a clarear? E os grunhidos dos gatos no sio e o latido dos cachorros lá pelas altas horas da noite? Para quem chega tarde em casa e precisa sair cedo para trabalhar é de doer.

Todo mundo tem direito de ter o seu animalzinho de estimação. Acredito que a solução seria reservar uma área do condomínio para os animais e estipular horários específicos nos quais os donos podem pegá-los e levá-los para o seu apartamento.

O que não da para aceitar, é que uma pessoa que resolve morar num condomínio se comporte como alguém que mora numa casa com quintal, plantas, bichos e com cem por cento de privacidade. Vida em condomínio é muito diferente disso. Nesta vida comum, existem regras para que sejam preservadas a ordem, o respeito e a privacidade na vida das pessoas que resolvem compartilhar de espaços e do seu cotidiano com terceiros.

Se você é do tipo que acha a vida em condomínio uma prisão e presa muito pela sua individualidade, esse tipo de moradia definitivamente não é para você.

 

Chamem o síndico!

Chamem o síndico
Chamem o síndico

A vida em condomíno é bem complexa, dada as inúmeras pessoas de diferentes credos, ideologias e naturalidades que habitam este ambiente de uso comum. Pensando nesta dificuldade de se administrar tantas diferenças, foi criado a pessoa do síndico, profissional que administra o condomínio, seja no que diz respeito a contratação, desligamento e pagamento de funcionários, bem como, no que se refere ao zelo com das edificações, como reformas, pinturas, consertos entre outros serviços. Mas o síndico serve também para fazer valer as regras que são estabelecidas em assembléia para boa convivência em grupo, assim como, para cobrar ou renegociar divídias condomíniais dos moradores.

O síndico pode ser um condomíno escolhido em assembléia pelos demais moradores ou pode ser um profissional síndico contratado pelos mesmos para prestar este tipo de serviço.

Ser síndico pode ser considerada uma profissão de fé, pois é preciso ter uma paciência monumental para lidar dar com diferentes tipos de pessoas e situações. É ele que vai mediar conflito entre moradores, ver que o precisa ser feito em termos de melhoria no condomínio e manter o caixa em no azul (nem sempre isso é possível devido a grande inadimplência de condomínos).

Conseguir uma reforma na pinturado prédio, por exemplo, é um Deus no acuda, visto que definitivamente há muitos que não terão condição  e outros que vão enrolar enquanto puder para não contribuir com tal serviço.

Falar de débitos condomíniais é outras questão ainda mais delicada, mas necessária, haja vista que alguns condomínos não estão nem ai para com suas responsabilidades junto ao condomínio. Esse tipo de assunto muitas vezes acaba em discusssão e pancadaria entre síndico e moradores.

Supervisionar o trabalho dos funcionários do prédio também é atribuição do síndico, o que muitas vezes lhe demanda jogo de cintura para ter lidar  com funcionário desinteressado e irrresponsável com seu serviço. Neste caso o ele procura contronar a situação, visto que a rotatividade constante de funcionários no condomínio gera trasntornos e custos extras com rescisões trabalhistas. Despesas a mais é tudo que o condomíno não quer.

O condomínio que tem um síndico atuante que consegue mantar as contas em dia, dinheiro em caixa e a estrutura condomínial funcionando a contento, deve erguer as mãos para o céu e agradecer a Deus por te-lo no comando de seu condomínio. Não é todo dia que se encontra um profissional assim competente para administrar o sua moradia coletiva, e para que você tenha o conforto e a confiança em dizer:Chamem o síndico!.

 

Ah as crianças do condomínio! O que fazer com elas?

Ah as crianças do condomínio!O que fazer com elas
Ah as crianças do condomínio!O que fazer com elas

Quem mora em condomínio enfrenta vários problemas de convivência, que vão desde de inadimplênciia das taxas condomíniais, passando pela questão do barulho fora de hora, até o mal uso das aŕeas comuns.

Todavia, talvez as crianças sejam o maior desafio para quem mora em condomínio. Princípalmente para quem não tem filho, visto que só quem realmente tolera os próprios filhos são os pais, até mesmo porque não tem outra saída.

As reclamações  são muitas. Carro riscado, uso do elevador como meio de diversão, tumulto e barulho nos corredores do prédio e as famosas brigas entre a molecada que muitas vezes se estendem aos páis dessas crianças, achando que com  tal atitude estão defendendo seus filhos. Muito pelo contrário, estão dando mal exemplo. Eles sim é que dão um bom exemplo, pois no outro dia voltam as pazes parecendo que nada aconteceu, e seus pais ficam com cara de taxo e sem graça pelo papelão que fizeram.

Mas o que fazer com as crianças do condomínio? Não da para deixar os filhos de fora da vida de quem resolve morar em apartamento. Sendo assim, é preciso buscar meios de conciliar a vida em condomínio com a vida da criançada.

Primeiro é preciso criar áreas de lazer para essas crianças, aonde elas possam gastar toda sua energia e criatividade com seus coleguinhas de condomínio, para que assim se evite tirar o sossego dos pais que precisam descansar e ter um pouco de privacidade sem aborrecimentos, seja por parte dos filhos ou dos vizinhos.

Outra medida interessante, seria fazer uma reunião mensal com as crianças que já tenham idade suficiente para entender os adultos, e orientá-las sobre o comportamento adequado nas áreas de uso comum do prédio, bem como, ouvir suas reivindicações para que possam ser felizes dentro daquele espaço restrito.

Todo pessoa quem tem filho sabe que educá-los não é fácil. Educá-los para a vida em condomínio menos ainda. Mas não é  impossível tal proesa. Os pequenos tem uma capacidade de entender as coisas muito melhor do que os adultos. Portanto, uma boa conversa entre pais, filhos e a administração do condomínio será muito bem assimilada por eles.

Eles também merecem o nosso respeito e admiração, pois não há ser humano  para dar melhor exemplo de desapego, diplomacia e amor desinteressado do que as crianças (Claro que a exceções!). Com bom diálogo, soluções criativas é possivel sim dar a eles uma boa qualidade de vida em condomínio, acabando com essa ideia de que criança no meio condominial é sinônimo de transtorno.